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Alzheimer

Diferença entre Demência e Alzheimer

Muitas pessoas confudem Demência e Alzheimer!

 

É muito importante falarmos sobre isso. Demência é um sintoma ou conjunto de sintomas. Não é uma doença em si, mas um termo usado para descrever um grupo de distúrbios cerebrais que causam perdas de habilidades intelectuais, como memória, problemas de linguagem, comportamento, raciocínio abstrato, entre outros. Como demência é um grupo de sintomas que acompanham diversas doenças é muito importante que seja feito uma avaliação completa pelo geriatra de confiança. Existem diversas causas reversíveis e tratáveis de demência, como: infecções, deficiência de vitaminas, depressão, até efeitos colaterais de outros medicamentos, daí a necessidade de acompanhamento médico.

 

A Doença de Alzheimer, porém é uma doença que possui entre os sintomas a demência. Neste caso as causas são progressivas e não reversíveis. Além da doença de Alzheimer existem outras doenças que também possuem essas características como: doença de Parkinson, demência vascular, demência por corpos de Lewy, tumores cerebrais entre outros.

 

A doença de Alzheimer é a mais comum e por essa razão as palavras demência e Alzheimer são muitas vezes usadas erroneamente como sinônimos. Algumas publicações falam que atualmente há cerca de 40 milhões de pessoas diagnosticadas no mundo com Alzheimer. As projeções são assustadoras e falasse que em 2050 esse número poderá chegar a 115 milhões de pessoas pelo mundo com a Doença de Alzheimer.

 

Apesar desses números alarmantes, é importante que o diagnóstico seja feito corretamente. No nosso dia a dia aqui na Vida Priori, já recebemos diversas idosos, que as famílias afirmam terem sido diagnosticados com Alzheimer, e muitas vezes com o passar dos dias percebemos que na verdade aquela pessoa não demonstra sinais da doença e sim sintomas de demência, que podem ser quaisquer outras doenças.

 

Esses erros e generalizações podem levar a utilização de medicação errada e tratamentos incorretos. E isso não se deve a erro médico por exemplo, é apenas uma interpretação equivocada dos sinais relatados. Por isso é importante estar atentos e informar ao médico detalhes da rotina e do comportamento do idoso, são esses menores detalhes que levarão ao correto diagnóstico.

Então lembre-se: demência não é doença, é um sintoma, e não é “normal” com o avanço da idade! Procure um geriatra!

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